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Assessoria jurídica contínua para construtoras

Contratos de obra, subempreiteiros, rescisões e contencioso acompanhados de perto — antes de virarem processo.

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Na construção, o passivo se acumula em silêncio

Construtora convive com um tipo de risco que quase nenhum outro setor enfrenta na mesma intensidade: alta rotatividade de pessoal, cadeia de subempreiteiros, encerramento de obra com desligamento em bloco e responsabilidade que frequentemente alcança quem contratou.

Na prática, isso costuma aparecer assim:

Cada um desses pontos é administrável quando tratado antes. Depois de instalado, quase sempre custa mais e demora mais.

Um jurídico que acompanha a obra, não só o processo

A JGV atua como o departamento jurídico da construtora, acompanhando as decisões enquanto elas são tomadas — e não apenas quando viram litígio.

Isso inclui:

Como funciona o acompanhamento contínuo

O trabalho começa por um diagnóstico da operação: contratos vigentes, quadro de pessoal, contencioso em curso e pontos onde o risco se concentra.

A partir daí, o que foi encontrado é classificado por impacto e urgência, e passa a ser tratado dentro de uma rotina — com padronização de documentos, orientação para as decisões do dia a dia e condução coordenada das demandas judiciais.

Quem conduz o trabalho

José Gabriel Pompeu de Souza Vieira — OAB/SP 322.803

Advogado desde 2010, formado pela Universidade do Vale do Paraíba. Atuou no jurídico consultivo de grandes indústrias da região, entre elas Vale, Volkswagen e Caoa Chery. Tem especialização em Direito Tributário Empresarial e em Propriedade Industrial.

Mariane Mascarenhas Dias — OAB/SP 364.240

Advogada formada pela Universidade Federal de Ouro Preto em 2014, com atuação dedicada à defesa de empresas. Pós-graduada em Direito Processual Civil e em Direito Empresarial, com atuação concentrada no contencioso.

Perguntas Frequentes

Minha construtora já tem advogado para os processos. O que muda com o acompanhamento contínuo?

A diferença está no momento da atuação. A defesa em um processo trata de um fato já ocorrido. O acompanhamento contínuo atua sobre as práticas que geram esses fatos — contratos, rotinas de contratação e desligamento, documentação — com o objetivo de reduzir a quantidade de processos futuros e melhorar a posição da empresa nos que existirem.

A construtora pode responder por dívidas trabalhistas de uma empresa subcontratada?

Sim. Nos contratos de subempreitada, os empregados da empresa subcontratada podem incluir a construtora principal na reclamação trabalhista e buscar sua responsabilização pelo inadimplemento das obrigações trabalhistas. Em regra, essa responsabilidade é reconhecida de forma subsidiária, sem prejuízo de eventual responsabilidade solidária quando estiverem presentes circunstâncias específicas previstas em lei. Por isso, a seleção da contratada, a formalização do contrato e a fiscalização da documentação trabalhista devem fazer parte da gestão preventiva da obra.

Quanto tempo da equipe da construtora o acompanhamento consome?

O maior esforço se concentra no diagnóstico inicial, quando é preciso reunir contratos, documentos de pessoal e o retrato do contencioso em curso. Depois disso, a rotina se apoia em consultas pontuais no momento das decisões e em reuniões periódicas de acompanhamento, em frequência combinada com a empresa.

O acompanhamento é feito presencialmente?

A JGV tem sede em Taubaté e atende presencialmente empresas do Vale do Paraíba. Reuniões e acompanhamento também são conduzidos remotamente, conforme a preferência e a rotina de cada cliente.

Conte o contexto da sua obra

Se a sua construtora enfrenta reclamações recorrentes, contratos de empreitada mal definidos ou dúvidas sobre a cadeia de responsabilidade, entre em contato para apresentar a situação e conhecer a forma de trabalho da JGV.

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